Histórias que mudam outra história

Histórias que mudam outra história

Nos últimos dias, uma brincadeira nas mídias sociais movimentou os profissionais de audiovisual. A proposta era publicar fotos e ressaltar a importância do segmento para os dias que estamos vivendo.

Radialista por formação, entrei na corrente e fui buscar registros de quando era produtora, de quando vivia a emoção de estar atrás das câmeras criando conteúdo. E assim acabei refletindo sobre as voltas que a vida deu.

Acostumada a observar todos os lados de uma história, acabei migrando a minha carreira para a publicidade e, por sempre gostar de contar o que acontece, não poderia me tornar outra coisa que não redatora.

Apesar das mudanças, fiquei pensando que, na verdade, minha paixão é falar. Falar o que sinto e falar o que ajuda o próximo — por que não? Também me peguei ponderando o que seria de nós sem os outros que também gostam de falar.

Falam por música, falam atuando, falam criando romances ou falam procurando o melhor enquadramento para uma cena. Como estaríamos sobrevivendo ao isolamento social sem ter histórias de fora para viver? 

Peço, então, que agora você pense sobre como pode falar e melhorar a vida de alguém. Seja com uma arte publicada, com uma legenda, uma simples ligação. Como pode contar uma história positiva?

Afinal, depois de tanto medo, saudade e incertezas que estamos superando, quero acreditar que todos podemos contar as melhores histórias. E transmitir mensagens que nos transformem em melhores pessoas. Cada vez mais se faz necessário falar. E ouvir.

Aproveite o momento para aprender, evoluir. Descubra novos caminhos também. Dance. Cante. Grite na sacada. Veja se o que produz hoje é o que pretende manter amanhã, se isso faz sentido em um mundo novo. Conte a sua história, isso pode mudar outra história.

Por Natália Pioli

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